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Folha Informativa Periódica
Outubro de 2004
Folha A | Folha B
APPDA-Lisboa
Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo
Comunicações do Seminário : "O Autismo na escola para todos"
27 e 28 de Setembro 2004
"O Autismo na escola para todos" Estratégias para a inclusão na escola
27 e 28 de Setembro 2004 Isabel Cottinelli Telmo
O projecto Ajudautismo (Programa Ser Criança) chegou ao fim. Ajudautismo foi coordenado pela APPDA-Lisboa, Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo e teve como parceiros a Direcção Regional de Educação de Lisboa (DREL, Ministério da Educação) e o Laboratório de Genética da Faculdade de Medicina de Lisboa.
A população abrangida pelo projecto foi constituída por crianças dos 3 aos 12 anos com Perturbações do Espectro do Autismo.
É com tristeza que constatamos não poder continuar a proporcionar a tantas crianças e professores a assistência efectiva que demos durante estes 3 anos. Foi um trabalho de colaboração com os nossos parceiros, a DREL e o Laboratório de Genética da Faculdade de Medicina e com as escolas, professores e pais das crianças do projecto.
A equipa que deu apoio directo às crianças e às famílias e professores foi constituída por duas psicólogas, uma educadora de infância, uma terapeuta da fala, uma técnica de educação especial e reabilitação, um técnico de serviço social:
Efectuou o levantamento das crianças dos 3 aos 12 com diagnóstico de Perturbação no Espectro do Autismo (PEA) da zona abrangida pelo projecto
Efectuou e actualizou a avaliação diagnóstica multidisciplinar das crianças com diagnóstico de PEA
Promoveu intervenção multidisciplinar atempada e sistematizada para prevenir situações de risco. Atendeu especialmente 20 crianças em risco
Sensibilizou a população em geral para as situações de risco das crianças com PEA e suas famílias
Dinamizou as famílias para desenvolver o espírito associativo e encontrar soluções para o futuro das crianças
Foi muito gratificante para a APPDA a colaboração de pais e outros familiares e os reflexos que essa colaboração produziu: reuniões mensais de pais, o grupo de trabalho que se formou, a sinergia com o Projecto "Brinca comigo", os contactos com os irmãos.
Esperemos que a DREL esteja em condições de aprovar os projectos aos quais nos candidatámos e para os quais ainda não temos resposta, para conseguirmos dar continuação ao apoio às crianças com autismo nas classes de recursos.
A detecção das necessidades da criança e o seu atendimento na Escola para todos vão ser o objecto deste seminário que pretendemos essencialmente de debate. Contamos para tal com a colaboração das equipas que trabalham no terreno e com os pais.
A equipa do Ajudautismo convidou os professores, educadores e pais com quem trabalhou para virem contar como foi o atendimento aos seus filhos e a observação dos seus progressos.
Por razões diversas nem todas as escolas que foram apoiadas puderam vir até cá contar as suas experiências. Vimo-nos forçados por isso a seleccionar alguns exemplos significativos abrangendo as várias modalidades de ensino que estavam incluídas no apoio.
Em primeiro lugar a Escola EB1 nº4 da Amora - Sala de recursos modelo TEACCH que foi seguida pela equipa da APPDA desde o início da sua implementação.
Em seguida temos um exemplo de uma escola de ensino especial, o Instituto de Surdos da Imaculada Conceição que solicitou ajuda para a abertura de uma sala de recursos para crianças autistas; hoje funciona com duas salas baseadas no modelo TEACCH.
Apresentamos, com a colaboração da mãe e das professoras, um aluno do 2º ciclo que frequenta a tempo inteiro a sala de aula típica na Escola EB 1,2,3 Charneca da Caparica.
Finalmente temos o relato, contado pela mãe e pela educadora, da integração de uma criança com autismo no Jardim de Infância de Santa Maria de Belém
Para completar o grupo de escolas de Lisboa. a terapeuta da fala do CEACF apresenta o trabalho desenvolvido na Escola António Nobre EB1 nº110 de Benfica e coordenado por ela própria.
Convidámos alguns bons exemplos de escolas apoiadas pela DREC Direcção Regional de Educação do Centro, pioneira das salas de recursos do modelo TEACCH. Vamos ter o prazer de ter entre nós representações das escolas de: Leiria, Escola EB1 das Colmeias, classe TEACCH; Luso - Escola EB 1, classe modelo TEACCH; Coimbra - Escola EB 2,3 Martim de Freitas; Aveiro - Escola EB 1 Esgueira.
A Equipa da APPDA-Norte apresenta a sua experiência de intervenção precoce que vem desenvolvendo há já alguns anos.
Gostaríamos de poder ter connosco mais escolas que sabemos serem exemplos de boas práticas mas vimo-nos obrigados a restringir a participação devido ao escasso tempo de que dispúnhamos.
No 2º dia vêm as representantes do Laboratório de Genética da Faculdade de Medicina e teremos ocasião de apreciar a investigação que tem sido desenvolvida pela equipa da Prof.DrªPilar Levy.
Antes de terminar e dar a palavra aos intervenientes, não posso deixar de salientar os princípios que nortearam o trabalho efectuado.
Apresentada no 4º Congresso Autism-Europe, Haia, 10 de Maio de 1992, a Carta dos Direitos das Pessoas com Autismo foi adoptada sob forma de Declaração escrita pelo Parlamento Europeu em 9 de Maio de 1996.
Alguns direitos expressos na Carta são particularmente relevantes no apoio educativo às crianças com autismo:
2. O DIREITO de as pessoas com autismo terem um diagnóstico e uma avaliação clínica precisos, acessíveis e livres de preconceitos.
3. O DIREITO de as pessoas com autismo receberem uma educação acessível e apropriada.
13. O DIREITO de as pessoas com autismo terem igual acesso a todos os equipamentos, serviços e actividades da comunidade e poderem utilizá-los.
Estes direitos apontam para os princípios expressos na Declaração de Salamanca que Portugal assinou em 1994 e que por vezes anda tão esquecida.
A escola é de todos e os alunos com autismo incluídos são uma parte do conjunto da classe total. Contudo, devido às necessidades específicas das crianças com autismo, a escola só pode ser para todos se houver atendimento muito individualizado e colaboração estreita entre professores de ensino especial, professores do ensino regular e famílias.
Como escreve Joaquin Fuentes: Não é abandono sem apoio é...formar uma comunidade inclusiva
Há que delinear um Plano individual para cada aluno e os objectivos desse plano têm que ser cumpridos sistematicamente. Só assim ele pode participar naturalmente como um membro regular da classe
O currículo pode ser o mesmo da classe mas há que providenciar recursos necessários a cada um para facilitar a participação e a aprendizagem.
No caso específico das crianças com autismo a aprendizagem tem que ser visualmente apoiada; o ambiente deve ser controlado e estruturado; deve ser possível desenvolver sistemas de comunicação alternativos e/ou aumentativos; adaptar respostas sociais para tornar o mundo mais significativo e promover a participação do aluno
Para concluir apresentamos os 10 passos que nos aconselham para desenvolver uma escola inclusiva (GAUTENA, associação de pais do País Basco).
Tirar as etiquetas da porta (e dos alunos)
Tirar as etiquetas dos professores
Estabelecer uma filosofia escolar de carinho
Considerar o pessoal como um todo
Construir a escola como uma comunidade
Honrar e celebrar a diversidade
Pensar sobre o curriculum de uma forma
abrangente
Preferir a cooperação à competição
Dar autoridade a todos na escola
Sonhar, ter sentido de humor e não desistir
Comunicação de Sofia Pedrosa
"O autismo na escola para todos"
Estratégias para a inclusão na escola
FASE DE LEVANTAMENTO
O D. tem 9 anos e 3 meses
Diagnóstico formal de Perturbação no Espectro do Autismo (P.E.A.) com alteração ligeira do comportamento
Primeiro contacto durante a fase de levantamento Realizada avaliação clínica: PEP-R (Perfil Psico Educacional - Revisto) e CARS (Childhood Autism Rating Scale)
LEVANTAMENTO DE NECESSIDADES Necessidades expressas à data da entrevista:-Meio-dia de frequência de Jardim de Infância
-Desconhecida a qualidade do apoio prestado
-Família pouco apoiada na informação / formação
-Pedido de recursos específicos pela famíliao
SELECÇÃO E ACOMPANHAMENTO Reunidas as condições para selecção e acompanhamentoElaboração do Plano Educativo Individual
Pesquisados objectivos comuns em casa e na escolaAcompanhamento semanal
INTERVENÇÃO - OBJECTIVOS Intervenção planeada de acordo com os objectivos gerais do Plano Educativo Individual:
-Fornecer estratégias de ensino específicas à sua problemática - metodologias baseadas na filosofia TEACCH
-Promover o desenvolvimento nas áreas onde tenha demonstrado maior necessidade e potencial
-Desenvolver aspectos da relaçãoGestão do comportamento e promoção da comunicaçãoCompetências emergentes
INTERVENÇÃO - ESTRATÉGIAS Sessões de jogo para desenvolver ciclos de comunicação e de actividades de interacção recíproca
Proposta sequência de actividades
Actividades individualizadas em caixas e designadas por apoios visuais (foto da tarefa)
Presença do técnico designada na organização do horário visual através de foto
Ambiente de trabalho calmo e constante
Utilizada linguagem claraTempo necessário para emitir respostas
ANO LECTIVO 2003 / 2004 Aferir o Plano Educativo Individual no sentido de estimular a área da cognição verbal
Sistema de vídeo conferência
Re-avaliação com PEP-R
PEP - R ESCALA DE COMPORTAMENTO

DATA: 11 / 04 / 02
ID. CRON.: 6A 10M
PEP - R ESCALA DE COMPORTAMENTO

DATA: 31 / 10 / 03
ID. CRON.: 8A 4M
Comunicação de Helena Sousa

CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA
Primeiras alterações: 2 anos
Percurso até ao diagnóstico
Ensino pré-escola
1º ciclo e 2º ciclo
Hoje...
Percurso Escolar
1º ciclo: dificuldades, estratégias e resultados
Transição para o 2º ciclo: dificuldades esperadas
2ºciclo: currículo, apoio
Resultados e Expectativas
Diagnóstico formal de PEAO N. tem 14 anos
Frequenta o 7º ano de escolaridade na EB123 Integrada da Charneca da Caparica
LEVANTAMENTO DAS NECESSIDADES
1.Tem professor de apoio na escola, mas não tem apoio específico;
2.Transição para o 2º ciclo;
3.Pedido de recursos específicos, pela família.PEP-R
1ª avaliação (Maio/02)
Áreas Fortes:
Motricidade global e fina
Coordenação óculo-manual
Áreas de maior dificuldade:
Imitação
Desempenho cognitivo
Linguagem
INTERVENÇÃO":OBJECTIVOS:
Promover o seu desenvolvimento geral em áreas de maior necessidade e potencial
Desenvolver e estimular a aquisição de hábitos e métodos de trabalho, hábitos de interacção social e de partilha de situações com o outro
Controlo do comportamento e organização no espaço e no tempo
Adoptar e adaptar estratégias especificas à sua problemática e perfil - metodologia baseada na filosofia TEACCH (Schoppler & Mesibov, 1983)
ESTRATÉGIAS:
Acompanhamento semanal; sessões de trabalho individualizadas
Utilização de pistas visuais
Momentos privilegiados de comunicação
Difusão de estratégias
ESCALA DE MATURIDADE SOCIAL DE VINELAND
Socialização: período etário 5-6 anos
Auto-direcção: período etário 11-12 anos
Comunicação: período etário 10 -11 anos
Locomoção: período etário 15-18 anos
Score Etário = 11.65 (equivalente a, aproximadamente, 11anos e 8 meses)
Comunicação Rita Soares
A inclusão do aluno com P.E.A no Jardim de Infância
Introdução
Caracterização da criança
Percurso da Criança: o diagnóstico; o percurso educativoPrograma de intervenção: no j. de infância; no projectoIntrodução do Sistema de Comunicação PECS
O Projecto Ajudautismo
Avaliação
O percurso da criança:
A alteração do comportamento
O diagnóstico
Os primeiros apoios
O primeiro JI
A chegada ao JI Santa Maria de Belém
O Projecto Ajudautismo
O PECS
O percurso da criança:O Projecto Ajudautismo
O PECS
O percurso da criança:O Projecto Ajudautismo
O PECS
A inclusão no JI Santa Maria de Belém
A entrada no JI
O primeiro ano
As primeiras intervenções
O projecto Ajudautismo no JI
A implementação das primeiras metodologias
O acompanhamento pelo Projecto Ajudautismo
Necessidades levantadas:
Apoios específicos (casa; escola)
Objectivos da intervenção:
Metodologias adequadas (TEACCH; Comportamento; PECS)
Desenvolvimento geral
Controle do comportamento
Comunicação e linguagem
Estratégias da intervenção
Difundir estratégias específicas
Efectuar sessões de acompanhamento individual
Trabalho à mesa
Momentos de jogo
Avaliação da intervenção
A família
A escola

Intervenção nas Perturbações do Espectro do Autismo:
A experiência do CEACF (APPDA-Norte)
A Equipa do CEACF/APPDA - Norte:
Paula Freitas
Patrícia Brandão
João Teixeira
Helena Reis
Marta Carvalho
Daniela Sousa
ORGANIZAÇÃO DOS SERVIÇOS Perspectiva Histórica
1.Consulta do diagnóstico aberta ao público - 1995.
2.Programa "Ser criança" - 1997 - 2000o3.CEACF (Centro de Estudos e Apoio à Criança e Familia) - 2001
Acção do CEACF Apoio Directo a 16 crianças, idades compreendidas entre os 2 e os 13 anos, em regime de integração escolar, nas seguintes áreas de intervenção:
Pedopsiquiatria
Psicologia
Pedagogia
Terapia da Fala
Terapia Ocupacional
Apoio Indirecto a 18 crianças em idade pré-escolar e escolar;
PERFIL DO CEACF
Organizar as respostas em função das necessidades das criança e da família;
Complementaridade em relação aos recursos disponíveis;
Mobilidade da equipa técnica;
Ir criando as condições para que não ocorram descontinuidades na intervenção, com particular atenção aos períodos de transição.
Formação de pais e profissionais.
Planeamento de serviços que respondam adequadamente a cada etapa da vida da pessoa com PEA, tendo em conta as suas capacidades e em função das diferentes potencialidades de desenvolvimento
PLANO GERAL DE ACTUAÇÃO DO CEACF/APPDA - NORTE
Acolhimento
Avaliação clínica
Período experimental
Proposta de intervenção individualizada ou
Proposta de encaminhamento
laboração de PEI, num modelo de complementaridade, com as várias agências de serviços ( J.Infância, escolas...) envolvidas no processo psico-educativo das crianças com PEA PERSPECTIVA HISTÓRICA APPDA - NORTE
1995 - 1996
Inicio das consultas de diagnóstico abertas ao público.
Número de crianças apoiadas directamente - 2.
Região - Norte (Vila Nova de Gaia).
Frequência de jardim de infância ensino regular.
Articulação dos jardins de infância com a APPDA - Norte feita ao nível:
2 sessões de formação para professores de ensino especial, a pedido dos núcleos de educação especial de Penafiel e Arcozelo.
1997 - 2000
Projecto de Diagnóstico e Intervenção Precoce em crianças com Autismo. (Programa Ser Criança)
Número de crianças apoiadas:
Número de casos identificados de crianças com PEA na Região Norte - 190 Frequência
J. Infância regular - com apoio da DREN (ensino especial)
EB1 - com o apoio da DREN, em UIE (ensino especial)
1997 - 2000
Articulação da APPDA com J. Infância e EB1
Articulação da APPDA - Norte com a DREN:
1997 - 2000
Cursos de formação ministrados através da APPDA - Norte
Módulos inseridos no projecto com formação ao nível da problemática das PEA e em técnicas de IP, destacando-se as formações nos métodos TEACCH e FLOOR - TIME (Abril de 1997)
Número de utilizadores - 63, sendo que: Psiquiatras Inf. Adolescência - 2
Psicólogos - 4
A. Sociais - 2
Ed. Ens. Regular e Especial - 38
Monitores - 8
Pais - 4
Estagiários Serv. Social - 2
2000 - 2004
Nova valência da APPDA - Norte:
CEACF - Centro de Estudos e de Apoio à Criança e Família
Parceria com a UADIP no projecto "Crescer Diferente - Um direito"
Número de crianças apoiadas directamente - 16
Número de crianças apoiadas indirectamente - 14
Número de crianças diagnosticadas na consulta do CEACF - 124
Região - NORTE, com pCD4C51ominância nas áreas de :
2000 - 2004
Integração escolar
Articulação do CEACF com J. Infância e EB1
Cursos de formação:
EXPERIÊNCIA DE 10 ANOS :
ARTICULAÇÃO COM AS INSTITUIÇÕES DE ENSINO
- Reflexões e Conclusões -
A APPDA sempre colocou à disposição da Comunidade, informação e apoio especializado na problemática do Autismo
O CEACF/APPDA não se constitui como um modelo teórico-pedagógico paralelo ao sistema de ensino regular e especial
O modelo de intervenção do CEACF assenta na complementaridade e na transversalidade dos saberes, acCD4C51itando que as intervenções pedagógicas não se esgotam nos contextos pré-escolares e escolares
A articulação sempre foi possível e desejada na díade CEACF/sistemas de ensino
A articulação com as EB1 foi possível e eventualmente mais fácil que a articulação com as actuais salas TEACCH
Os pedidos de informação e as melhores experiências de articulação situam-se ao nivel do pré-escolar
PRÁTICA ACTUAL
2004 - 2005
Reunião com professores e famílias no:
INICIO DO ANO LECTIVO - Na Instituição de ensino regular, com a presença da prof. de ensino especial, prof. regular, pais e equipa técnica do CEACF - elaboração do PEI e modos de articulação das várias agências de serviços
DURANTE O ANO LECTIVO - Contactos, sempre que necessários, entre os vários agentes envolvidos no processo psico-educativo da criança para monitorização e complementaridade de estratégias
FINAL DO ANO LECTIVO - No CEACF, avaliação individual da intervenção psico-educativa desenvolvida ao longo do ano, com consequente reflexão das práticas pedagógicas e terapêuticas desenvolvidas pelos vários agentes intervenientes, a culminar num encontro / reflexão alargada a todas as professoras, educadoras, pais e equipa do CEACF.
CONCLUSÃO FINAL AcCD4C51itamos que o processo de articulação envolve, necessariamente, a partilha, a complementaridade e, essencialmente, um esforço conjunto para um fim comum: melhorar a qualidade de vida das crianças e das famílias, nunca esquecendo a singularidade de cada criança, com as suas diferentes necessidades ao longo das várias etapas de desenvolvimento
Aprender é uma arte, ouvir é uma arte, partilhar é uma arte. A dúbia forma de olhar é atraiçoar a magia de um ritmo e a vida é mais ritmo que melodia APPDA-Norte
INTERVENÇÃO EDUCATIVA
PERTURBAÇÕES DO ESPECTRO DO AUTISMO
Região Centro
Assunção Ataíde
Teresa São Miguel
Guiomar Oliveira
Carla Marques
Carla Domingues
Lígia LapaLuís Borges


CONSULTA DE AUTISMOFASE I :Confirmação/Infirmação do diagnóstico entrevista - observação não estruturada DSM-IV - CARS - ADI-R - ficha clínica informatizada
FASE II :Comorbilidade/Investigação de doença médica associada avaliação funcional - avaliação psicoeducacionalPEP-R - Vineland - Griffiths - WPPSR - WISC III
FASE III :Participação/Informação à família e técnicos Estratégias de intervenção
N = 537
TIPOS DE APOIO
DIRECTO - 265
(SUPERVISÃO LOCAL)
APOIO EM SALAS TEACCH


Escola de Celas - Coimbra
Primeira Sala TEACCH

Jardim de Infância de Buarcos - Figueira da Foz

Escola de Vide - sala do Ensino Regular
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